Expedição Ilha de Boipeba / Bahia abril 2016

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Dizem que a felicidade só é completa quando compartilhada! Então desde o ano passado tenho feito expedições em grupo, onde eu a e operadora de viagens Freeway levamos remadores para explorar de SUP destinos especiais. São pessoas que já tem contato com o SUP,  que curtem natureza e compartilham o prazer de remar, principalmente em ambientes preservados, como este que vistamos desta vez. Para mim uma experiência incrível pois tenho a oportunidade de passar muito do que aprendi durante todos estes anos nos esportes de aventura e nas travessias que já fiz pelo mundo.  Tudo isso, sem correria, com muito planejamento, segurança e em destinos espetaculares, escolhidos a dedo para que possamos aproveitar ao máximo a natureza e a companhia daqueles que curtem o SUP!

Bom, agora vou contar como foi nossa viagem… Imagine um pedacinho do paraíso onde o turismo desenfreado ainda não chegou, uma ilha onde não é permitido carros, vilas de pescadores tradicionais com uma rica cultura local e paisagens de tirar o fôlego, pois foi isso que encontramos!

Localizada ao sul da Bahia, na região da costa do dendê, Boipeba é uma ilha que oferece uma série de ecossistemas para explorar de SUP: rios, manguezais, praias desertas e piscinas naturais. A expectativa estava lá em cima e ela foi atendida em tudo que esperavamos!

Nossa base foi na praia da Boca da Barra, como o próprio nome diz é uma boca de rio, estávamos super bem posicionados onde podíamos escolher para onde íamos remar, seja no mar ou pelo rio. A nossa pousada, Santa Clara, além de oferecer quartos deliciosos e super aconchegantes, contava com um restaurante que é conhecedo como o melhor da ilha. Cada dia um cardápio diferente e um prato melhor que outro…sempre difícil de escolher!

Escolhemos os SUPs infláveis da Brazzos para nossa aventura, pois eles oferecem a qualidade, resistência e os modelos ideais para nossa aventura. Eles nunca nos deixaram na mão e isso é importantíssimo em uma viagem como a nossa.

2No primeiro dia fizemos algumas remadas de reconhecimento do local, incluindo um passeio bem legal pelo manguezal. Estas remadas são importantes para que o grupo/equipe se adapte aos equipamentos, para nós combinarmos toda a comunicação do grupo/equipe na água (exemplo: sinalizações com remo e comunicação à distância) e todos os procedimentos de segurança. Bom e também para curtir pois esse é nosso principal objetivo! A integração da equipe sempre acontece muito rápida e por conta disso costumo chamar de “equipe” e não apenas de grupo…isto por que todos passam a se ajudar, colaborar, trocar informações e entendem que este é o espírito de uma viagem de aventura.

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Já no segundo dia tivemos uma remada um pouco mais longa. Afinal todos estão lá por que querem remar, chegam cheio de energia e expectativa. A travessia do Moreré foi  emocionante, pois pegamos uma corrente forte logo de cara. Mas logo depois quando todos se reuniram perto da barco de apoio um golfinho apareceu para nos dar as boas-vindas e desejar boas remadas ao grupo. Foi bem especial pois golfinhos sempre trazem alegria e boas energias! Eles sempre aparecem nas minhas travessias e desta vez não foi diferente! Seguimos  adiante passando por praias lindíssimas, uma mais bela e preservada que a outra! Entre elas destaco a praia de Cueira, uma longa extensão de areia o coqueiros que enchem nossos olhos e da aquele “clima” baiano. Nosso lema era: “Sorria, você está remando na Bahia!” E assim fomos trilhando nossa viagem intercalando as remadas com a boa culinária local, passeios, trilhas, caminhadas e também muito papo bom sobre stand up paddle e todo o universo deste esporte incrível.

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Abaixo o visual das famosas piscinas naturais do Moreré, uma área com muitos peixes e corais onde paramos para fazer snorkel. Isto por que queremos explorar o oceano por cima, remando, mas abaixo também, mergulhando. Esta foi uma parada estratégia onde saímos de barco logo cedo para remar do outro lado da ilha, mas como sabíamos que a maré estaraia ideal para este mergulho nos organizamos para ficar ali um tempinho. E o melhor, não havia nehum outro barco, só nós no paraíso, digo isso pois estas piscinas são um ponto turístico e apesar de Boipeba ser uma APA (Área de Preservação Ambiental) as pessoas querem desfrutar de uma lugar tão lindo! A alta temporada é no verão onde os turistas que estão em Morro do São Paulo vem passar alguns dias na ilha, mas fora isso, é bem tranquilo e este é um dos grande diferenciais deste destino.

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11Aqui em cima nosso grupo: Neusa, Natalina, Fabio, Kety, Thais e nosso guia local que sabe tudo de Boipeba, o Marquinhos. Neste dia depois de uma super remada paramos para curtir um pouco a praia, degustar um peixinho, lagosta e outros quitutes. Essa era a nossa rotina e não tem nada melhor para renovar as energias para quem vive em uma metrópoli ou para quem quer conhecer um novo destino…e se for de SUP melhor ainda, não é?

Na imagem abaixo, o visual que fica difícel deixar para tras…a tranquilidade de um paraíso preservado. Até a próxima Boipeba, voltamos em novembro!! Ôba!! 5

Se você curtiu esta experiência e tem interesse em participar de uma viagem com SUP da Freeway, entre em contato conosco:

Meu e-mail: contato@robertaborsari.com.br        Freeway Sportswww.freeway.tur.br ou tel.: 5088-0999

jan 15, 2016
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Deslizando nos jardins subaquáticos de Moorea

Depois de visitar a Ilha de Páscoa para conhecer de perto a cultura de grandes guerreiros e os mistérios dos moais de pedra. E de realizar a circum-navegação de Fernando de Noronha, partimos  para mais uma aventura. No início de outubro exploramos de SUP uma das ilhas mais belas e ricas em vida marinha do mundo: Moorea. Esta pequena ilha vulcânica localizada a 17km do Thaiti é um paraíso repleto de histórias da cultura polinésia e com natureza exuberante.

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Esta foi uma operação muito especial, o objetivo aqui não era realizar uma circum-navegação em uma única remada, ou uma longa travessia em mar aberto, como fiz em Alcatrazes, mas diversas remadas mais curtas passando pelo principais pontos da ilha percorrendo suas 3 faces e suas 2 baías. A água transparente oferecendo uma visibilidade incrível pediu remadas lentas para observar as raias, moreias, tubarões, tartarugas e diversas espécies de peixes. Sempre reforço que o SUP é um excelente equipamento para explorar ambientes protegidos, parques marinhos ou estações de conservação. Isto por que ele oferece ótima mobilidade sem qualquer impacto ambiental (barulho, óleo e etc…) e proporciona boa visibilidade próxima, distante (uma vez que o remador está de pé) ou mesmo abaixo dele. Outro instrumento básico que funciona muito bem com o SUP e que utilizei bastante em Moorea, são as nadadeiras e máscara, pois é possível durante um trajeto você sair da superfície e explorar o ambiente abaixo dela trazendo outra percepção.3_600

7_600Uma dos aspectos mais interessantes desta viagem, é que ela alinha beleza natural, uma biodiversidade muito rica e ainda diversas tradições e lendas da cultura polinésia. Um destino perfeito para os amantes do oceano. O norte da ilha concentra os grandes resorts, mas todo o restante compõe pequenas vilas onde é possível passar por bancas vendendo frutas, flores e outros produtos naturais. Me arrisco a dizer que todos (ou quase) locais são tatuados, em toda a ilha há estúdios para os turistas que queiram sua recordação registrada na pele. As mulheres estão sempre com um sorriso e uma flor no rosto. Se a flor estiver na esquerda é porque ela é comprometida, se estiver na direita está livre e a procura de uma parceiro. Os colares e coroas de flores são lindos e sempre naturais e não são usados apenas em grandes comemorações. Ao passear pela ilha você observa que cada casa tem a sua canoa, uma vez que este é mais que um meio de transporte ou esporte, é  uma tradição.6_600

Um dos destaques deste destino é a rica vida marinha. Então esportes como mergulho livre (snorkel) e de cilindro, são quase que obrigatórios para quem deseja ter a experiência de nadar rodeado por peixes, tartarugas, raias e até tubarões! Isso mesmo, mas você não precisa se preocupar, pois trata-se de um ecossistema equilibrado onde é possível mergulhar sem receio.

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São muitas as informações e imagens que tenho para mostrar e estarei atualizando tudo aqui. Acompanhe e entre no clima thaitiano! Mas já deixo aqui o meu agradecimento especial ao meu patrocinador UOL e apoiodador Board House, grandes parceiros e viabilizadores do projeto SUPtravessias e desta jornada em Moorea. Maururu! (obrigado)

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O PONTO DE PARTIDA

A rota que fiz para chegar até Moorea foi passando pelo Chile, primeiro por Santiago e depois pela Ilha de Páscoa. Destino da qual o projeto SUPtravessias também já visitou. Depois da chega no Thaiti a última “pernada” foi de barco. Como você pode ver na imagem acima, de porte grande e confortável. O trecho de cerca de 17km é feito em 35min.

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Entre tantas ilhas lindíssimas na Polinésia Francesa minha escolha por Moorea foi pelo fato dela manter muitas tradições culturais. Diferente por exemplo de Bora Bora, que claro é espetacular, mas que já está tomada de resorts, jetskis e turismo abundante. Moorea é uma ilha pequena com 133,5 km2 que mescla praias paradisíacas e vilarejos simples. 1

Há diversas opções de hospedagem, dos resorts mais fantásticos com seus bangalôs sob o mar, todos localizados ao norte da ilha, a hotéis e B&B (bed and breakfast) dos mais variados estilos. Eu optei por ficar nestes bangalôs na vila de Hauru, super bem localizado a noroeste da ilha. De frente para dois motus (ilhotas) recheados de vida marinha, perto da villa com mercado e restaurantes. E cerca de 10 minutos de Haapiti, onde tem uma esquerda espetacular…já que o surf também estava nos planos. Para a minha logística funcionou perfeitamente, pois o bangalô tinha uma pequena cozinha deixando tudo mais funcional no dia-a-dia da viagem.

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Aqui Elise, gerente da minha pousada e a vista do meu bangalô. Os locais sempre com o sorriso no rosto e dispostos a ajudar. Neste ponto, esta receptividade foi muito importante na logística das minhas remadas pois contei muito com as pessoas que conheci lá e também com aqueles que já tinha feito contato antes da viagem. Entre estas duas ilhotas ao fundo na foto era possível avistar tubarões, raias, muitos peixes e tartarugas, um local incrível para remar e fazer snorkel há alguns metros do meu quarto.

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A venda de frutas e produtos naturais está por toda parte em Moorea. Apesar de ser um polo de turismo mundial a ilha mantém suas característica e essência no seu dia-a-dia com seus vilarejos e cultura polinéisa. A simplicidade aliada a hospitalidade local e a praias paradisíacas é que da o charme desta pequena ilha do pacífico. Repare no cuidado da decoração com os hibiscos vermelhos, esta beleza você vê em toda a ilha.

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Não poderia deixar de destacar  o ceviche thaitiano, com sua receita a base de leite de côco. É realmente delicioso e uma ótima pedida para quem quer comer bem! Na ilha há diversas opções de restaurantes e os frutos do mar são a base da culinária local. O abacaxi é a fruta mais plantada na ilha e os sucos são deliciosos pra acompanhar qualquer refeição.

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO PARA LER A MATÉRIA NO SUPCONNECT1

Todas as remadas e percursos foram planejados antes da viagem, porém boa parte sofreu adaptação enquanto eu estava no destino – o que sempre pode acontecer. Isto por conta da logística geral, ou seja ponto de saída e equipe de apoio na minha chegada ou então por conta das variações climáticas. A grosso modo, podemos dizer o norte da ilha tem as regiões mais protegidas e o sul eram onde os ventos são mais potentes e tem maior influência nas navegações. Isto fez com que as remadas fossem super variadas, desde tranquilas em águas calmas apreciando a vida marinha até downwinds técnicos onde era necessário estar atenta para não perder a rota. Na imagem abaixo minha passagem por uma das baías que mostra o recorte da geografia, outro destaque do visual da ilha.

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A tatuagem também tem uma presença muito forte na cultura polinésia, ela era um ritual de homenagem e um símbolo de, destreza, beleza e amor. A história conta que reis mostravam seu poder pelas tatuagens em todo o rosto e imagens mostram que as mulheres tinham apenas o queixo desenhado. Ainda hoje é muito a influência das tatoos e boa parte dos locais tem desenhos incríveis em seus corpos. Eu adoro tatoo e depois de tantas experiências incríveis não poderia deixar de registrar na minha pele uma recordação para toda a vida. Deis a ideia do remo com a flor, para simbolizar a minha passagem. Eu sem falar francês, meu tatuador, sem falar inglês..rs! Vale comentar que ele fez a tatoo direto na pele (#freehand) com inscrições thaitianas com significado de “viagem” e “oceâno”. Amei!

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VEJA ABAIXO A MATÉRIA PUBLICADA NA EDIÇÃO DE NOVEMBRO DA REVISTA FLUIR STAND UP

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DICAS SOBRE MOOREA NA REVISTA TOP DESTINOS – MARÇO 2016
TESTE

set 18, 2015
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Costa Rica 2015

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Foto: Max Vindas

O desejo de compartilhar as minhas expedições e experiências, fez com que a minha última viagem fosse acompanhada de mais amantes do SUP!

O SUP Expedition Costa Rica 2015 em parceria com a Freeway Viagens (operadora com mais de 30 anos de experiência e credibilidade no mercado), foi a oportunidade de levar mais pessoas que curtem remar e desbravar novos destinos de SUP e também para trocar experiências. Tudo com muita segurança e a certeza de conhecer lugares incríveis! Desta vez fomos para a Costa Rica, um paraíso dos esportes de aventura localizado na América Central, com 1/3 de seu território com áreas de preservação e conhecido pelo forte apelo ao ecoturismo. Praias maravilhosas, rios, lagos, vulcões e uma rica fauna são alguns dos atrativos deste país. Foram meses de planejamento para oferecer um roteiro incrível, com hospedagem de primeira e uma logística funcional para as atividades esportivas.  Optamos por utilizar SUP infláveis Brazzos, pois este é o equipamento ideal para expedições e para aqueles que precisam de mobilidade, seja em aeroportos ou transporte em geral. Aqueles que já tinham seus sup´s infláveis levaram o seu e quem não possuiam equipamento próprio foi disponibilizado por nós. Esta foi a oportunidade para que as minhas experiências pudessem se compartilhadas durante toda a viagem, seja na remada, palestra ou num simples bate papo e para que novos desafios pudessem se vencidos a cada momento, sempre desfrutando das maravilhas deste país tão especial! Tudo pronto, equipe preparada e partimos primeiro para a região de Guanacaste, onde fizemos nossa base na praia de Tamarindo.
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Nossas remadoras: ao fundo a Mônica, Thais, Creusa, Natalina e eu aqui mais perto.

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Conchal foi a primeira praia, linda com suas águas claras e visual incrível. Na noite anterior fizemos uma reunião onde passei o briefing do dia e todas as questões de segurança. Durante a amanhã fiz a última checagem geral das condições climáticas e de ondulação e pude confirmar que teríamos um dia perfeito! Sol, águas calmas e sem vento. Todas estavam com uma grande expectativa de fazer sua estreia nas águas costarriquenha e Conchal não decepcionou. Uma grande baia de água azul clara onde era possível contorná-la até chegar a uma grande pedra, ali foi nossa primeira parada para fotos e descanso.

Preparativos para entrar na praia do Conchal

Preparativos para entrar na praia do Conchal

Praia Conchal

Praia Conchal

Uma das possibilidades interessantes do SUP é o fato de poder explorar diversos ambientes e foi isso que fizemos na nossa viagem. Remar no estuário do rio Tamarindo também foi uma grande aventura. Afinal não é todo dia que podemos remar em um local onde é possível observar macaquinhos e até crocodilo… Isso mesmo, o rio que deságua na praia possui uma rica fauna e estes repteis também estão lá, mas como fomos em horário da maré cheia e com toda segurança com profissionais especializados e conhecedores do local nem vimos o tal bichano…passeios de barco e caiaque também é possível fazer na região.

Rio Tamarindo

Rio Tamarindo

A Costa Rica é conhecida pela beleza de suas praias e fomos conferir isto de perto. Conhecemos também as praias de Danta e Dantita…espetaculares, suas areias negras de origem vulcânica contrastam com o azul do mar. Além de remar por lá passamos por alguns mirantes com uma vista maravilhosa! Na praia de Danta ainda tem um loja com muita variedade de equipamentos e acessórios para SUP.

Praia Dantita

Praia Dantita

Depois de  alguma comprinhas e se deleitar com os pratos típicos como o casado com pescado ou o arroz de camarão…partimos para outra região. Diferente do polo mais turístico que é Tamarindo fomos mais ao sul conhecer Samara…uma praia lindíssima, um pouco mais isolada, mas com excelente culinária e ótimo para remar e curtir. A bela surpresa ficou por conta de Carrillo, uma praia que não estava programada na nossa viagem e que foi uma das mais bonitas que remamos.

Praia Carrillo

Praia Carrillo

Praia Carrillo

Praia Carrillo

E pra fechar nossa viagem com chave de ouro partimos para o interior do país para remar no lago aos pés do vulcão ativo Arenal, uma experiência muito especial para todos nós. É muito emocionante remar ao lado daquela grande montanha viva, foi espetacular! O lago é bem grande e em algumas áreas os ventos são muito fortes. E necessário ter o conhecimento do local para escolher os pontos de entrada e saída para definir um percurso seguro e interessante também, podendo chegar o mais perto possível do vulcão. E depois de tantos dias remando terminamos nossa viagem nesta cidade interiorana, com boa gastronomia e super aconchegante. E ainda com a vantagem de poder avistar o vulcão de onde estiver. Nossa hospedagem foi no Spa Resort Tabacon 5 estrelas com suas termas naturais com as águas quentes do rio de mesmo nome, ideal para relaxar e nos despedir deste país incrível. Foram 2 dias de passeios intercalando com as massagens e relax nas cachoeiras quentes. Nada mal né?

Vulcao Arenal

Vulcao Arenal

Termas do Spa Resort Tabacon

Termas do Spa Resort Tabacon

Impossível não fazer um agradecimento especial ao nossos parceiros locais, que estiverem conosco todo este período nos ajudando em tudo que precisávamos. De dicas de restaurantes, praias , força com as pranchas, bom astral e amizade!. O nosso guia Max Vindas e o motorista Tony! Muito obrigado! Pura vida!

Monica, Max, eu, Tony, Natalina, Thays e Creusa

Monica, Max, eu, Tony, Natalina, Thay e Creusa

A viagem pode acabar, mas as memórias e imagens registradas na mente ficam para sempre! Pensando nisso tivemos um concurso fotográfico onde as imagens tiradas pelas nossas fotógrafas remadoras durante a trip concorreram um remo de carbono Naish oferecido pela BoardHouse. Cada integrante pode concorrer com 2 fotos de sua autoria com o tema: “SUP na Costa Rica”. Uma comissão julgadora avaliou as imagens considerando a temática, criatividade e composição.1

>>> >> > VEJA A FOTO VENCEDORA E SAIBA QUEM LEVOU O REMO PARA CASA:

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mai 12, 2015
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Revista Stand up Journal

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O Projeto SUPtravessias teve destaque na edição de fevereiro/2015 da revista americana Stand up Journal.

mai 4, 2015
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SUP Expedition Costa Rica 2015

Pessoal, este é um convite para os amantes do SUP e de VIAGENS!

Convido os praticantes de sup pra fazer viagem incrível pela Costa Rica comigo e com a Freeway – operadora com mais de 30 anos de atuação no mercado. Preparamos um roteiro muito especial para o final de abril 2015 passando pelas praias mais belas da região de Guanacaste e fechando a viagem com uma remada no lago aos pés do vulcão ativo Arenal. Vamos conhecê-lo de perto e também relaxar nas suas termas naturais.

Queremos reunir um grupo de pessoas que compartilhem do PRAZER DE REMAR para curtir e trocar experiências. E também passarei minha vivência e conhecimentos em planejamento e logística para remadas com segurança – adquiridas através das expedições projeto SUPtravessias. Já planejou suas férias? Vamos?

Para saber mais informações clique aqui

dez 2, 2014
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SESC – Projeto Tabelando

Roberta Borsari participou de bate-papo sobre esportes náuticos com Beto Pandiani, Guto Zorovich e Marinalva Almeida. A iniciativa é parte do Projeto Tabelando, organizado pelo Sesc

No dia 28 de agosto, das 19h30 às 21h, a atleta especialista em esportes a remo Roberta Borsari participou do Projeto Tabelando, no SESC Santo Amaro (Rua Amador Bueno, 505). O encontro, que promove debates sobre esporte por meio de livros, tem como objetivo apresentar ao público histórias de grandes atletas, ampliando o saber cultural e incentivando as práticas esportivas.

O livro da vez foi o “O mar é minha terra”, do velejador Beto Pandiani. Nele, Beto fala um pouco sobre a Travessia do Pacífico – sua viagem mais recente a bordo de um catamarã sem cabine – e também relembra passagens imperdíveis de suas cinco jornadas anteriores, recuperando boa parte de sua trajetória pessoal. Além de Beto e Roberta, também participou do bate-papo Guto Zorovich,  escritor e editor, autor do livro “Indo além em um Duck” e a velejadora para-olímpica Marinalva Almeida que da plateia subiu ao palco para se juntar ao time de palestrantes. Temas como superação e determinação foram discutidos através das histórias destes feras do esportes.

ago 31, 2014
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Circum-navegação do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha – 50km

As ilhas visitadas pelo projeto SUPtravessias são definidas pelos seus aspectos naturais, históricos, geográficos ou culturais. E um dos destinos mais especiais do Brasil em termos de biodiversidade preservada e beleza natural não poderia ficar de fora por muito tempo. Assim decidi que em 2014 realizaria a circum-navegação do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, onde mais tarde descobri que era uma atividade inédita no arquipélago. Minha idéia era conhecer Noronha por dentro e por fora, acima e abaixo da superfície, uma vez que a fauna marinha e as formações submersas são um grande destaque.  O primeiro passo seria definir a equipe para esta operação e em seguida partir para o planejamento. A circum-navegação de sup não foi a única atividade do projeto no arquipélago, mas foi através dela que pude envolver ainda mais as histórias e personagens deste paraíso preservado. 

Assista ao clip! Clique na imagem:

O trabalho realizado no parque foi uma parceria com o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade – ICMBio. No vídeo abaixo, um breve bate-papo com os chefes do parque, Rossana Santa e Ricardo Araújo:

 Wellington Lima, gestor de esportes do distrito de Fernando de Noronha foi nosso ponto de contato com o parque, desde a fase de planejamento, ainda em São Paulo.  Obtive as diretrizes para  conduzir as atividades do projeto SUPtravessias no arquipélago, fomos recepcionados e tivemos o acompanhamento durante toda operação, com muita parceria . Fica aqui nossos agradecimentos!

—– EQUIPE —–

Robson, Betinho, Roberta, Alice, Diego e Daniel. E atrás da câmera, Zaira Matheus registrando a equipe de Noronha momentos após a travessia

Para cada operação do projeto trabalho com parceiros que são especialistas em suas atividades. Para a circum-navegação em Fernando de Noronha pude contar com o meu amigo e profissional da Vivencial Outdoor Elearning, Paulo Roberto Oliveira (Betinho) para dar suporte na logística. A equipe de captação de imagens coordenada pela experiente mergulhadora Zaira Mahteus fez a diferença nas fotos e filmes que vocês verão sobre esta viagem. E a operadora de mergulho Atlantis Divers , foi o parceiro responsável por todo apoio e segurança durante  a atividade. Embarcação segura e equipe composta por profissionais experientes foram essenciais para  navegar na face rasa chamada “mar de fora”. Mas também a atenção, hospitalidade, colaboração e orientações gerais foram especiais! Deixo aqui em agradecimento especial para Patrick Miller, que desde os primeiro contatos por e-mail foi muito atencioso. No vídeo abaixo questões referentes a segurança em conversa com o Ismael, gerente de operação da  Atlantis:

—— COMO FOI A CIRCUM-NAVEGAÇÃO —–

Remar em uma ilha oceânica é sempre um grande desafio! As correntes são fortes, o clima instável e os ventos poderosos. Cheguei ao Parque Nacional Marinho de Fernando Noronha com cerca de 10 dias de janela para fazer a circum-navegação, uma boa média contanto que maio é um período adequado para esta atividade. Os demais dias seriam para conhecer e documentar as histórias, curiosidades, personagens, trabalhos ambientais e todas as experiências que a equipe do projeto SUPtravessias vivenciasse no arquipélago. Nos dois primeiros dias, apesar da ilha estar sofrendo influência de uma convergência intertropical, ainda havia a indicação de possibilidade para a realização da travessia, mas estávamos chegando e fazendo todos os contatos necessários. A partir daí, instalou-se a entrada de ventos contínuos com média de 18  para toda a semana. O que não era um cenário favorável para a realização da travessia. E cerco se fechou ainda mais com a previsão da entrada de ondulação e direção dos ventos ainda mais fortes. Sabemos que as previsões não são 100%  e que as mudanças ocorrem a todo momento, mas era necessário tomar a decisão e com neste cenário fiquei com 2 opções: abortar a missão ou realizar a circum-navegação em condições dificílimas com uma previsão de 18 nós de vento com rajadas de até 20 nós.

Estudos de rota com o Léo Veras, no museu do tubarão

Conversas com os “homens do mar” de Noronha e outras pessoas estratégicas foram fundamentais para este planejamento tão complexo. A ilha possui duas costas com geografia bem diferentes, uma plataforma é rasa e a outra profunda, chamados de “mar de fora” e “mar de dentro”. O mar de fora é conhecido por suas fortes correntes e ondulações. Mas foi nesta sexta feira, 23 de maio que descobri o que é remar em uma máquina de lavar roupa  – com água revolta para todos os lados. Ainda falando de planejamento, no meu trajeto lidaria diversos pontos críticos de remada com fortes correntes, como as duas extremidades, por exemplo. Uma navegação técnica que não se resolve só na força.

Abaixo, a rota de navegação definida em conjunto com Léo Veras, curador do Museu do Tubarão.  Ao contrário do que a maioria pode imaginar, a circum-navegação não ocorreu costeando o arquipélago, mas sim com uma triangulação definida através de ventos e correntes. Assista abaixo a estratégia:

Acordei na sexta dia 24 com a missão de fazer uma circum-navegacão extremante técnica, com media de 50km, com correntes fortíssimas e ventos de cerca de 20 nós. Um desafio e tanto! Em outras ocasiões um cenário para aguardar uma nova data ou outra possibilidade. Neste caso, depois de meses de planejamento a tentativa seria um aprendizado que só se vivenciaria entrando na água. Claro que com uma equipe muito profissional para me acompanhar e proporcionar toda a segurança necessária.  Estávamos com embarcação super segura e profissionais extremamente experientes em suas atividades e só por isso tomamos a decisão de sair ao mar.

Abaixo um pouco da dificuldade encontrada:

A volta a ilha foi realizada em condições extremas, passando por grandes vagalhões, muita atenção nas extremidades, correntes oceânicas, remando boa parte num oceano selvagem e revolto no mar de fora, mas também passando por cenários espetaculares e momentos acolhedores no mar de dentro. Parte da extremidade norte do arquipélago no mar de fora foi absolutamente instrasponível de sup por conta de junção dos ventos e uma corrente vinda da África. Vivemos uma situação de forte arrasto, meu e do barco que me acompanhava e tive que contar com a embarcação para passar este trecho, no mais foi muito braço e técnica. Os aprendizados foram muitos e as histórias são absolutamente sensacionais. Isto por que estou falando apenas da circum-navegação, mas tem muito mais por ai!!

—– MERGULHO —–

Fernando de Noronha é reconhecidamente um dos melhores destinos do mundo para mergulhar. E realizar esta atividade com uma equipe super profissional, experiente, atenciosa e alto astral é um diferencial. Passei por algumas das experiências mais incríveis que já vivi abaixo do oceano, como ver um cardume de golfinhos passando pelo nosso grupo (foi muito emocionante!), observar a rica fauna marinha em formações espetaculares com alta visibilidade e me deixar levar pelas fortes correntes que havia sentido apenas durante minha remada na superfície.

—— MÍDIA —–

Capa da Revista Fluir Stan UP – jun/jul 2014

Site Stand up Journal - clique na imagem para ler

Site Stand up Journal – clique na imagem para ler

Acompanhe  nos melhores veículos de comunicação do Brasil, muito mais conteúdo com vídeos, fotos, relatos e todos os detalhes desta grande aventura! 

Todas as atividades realizadas na ilha que permeiam o contato com a natureza.

O dia-a-dia na pousada Portal dos Golfinhos e a amizade que fizemos com toda a equipe.

A fauna variada que é encontrada no arquipélago, em terra e no oceano.

A logística para transportar os equipamentos com segurança via rodoviária e marítima.

A rica história deste arquipélago belíssimo que foi descoberto em 1503

Lugares bacanas que valem a pena conhecer durante sua passagem por Noronha

E muito mais…

—– AGRADECIMENTOS ESPECIAIS —–

UOL o melhor conteúdo

Board House

Vivencial Outdoor Elearning 

Atlantis Divers

All Angel Images

Museu do Tubarão de Noronha

Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha

ICMBio

Wellington Lima – gestor de esportes do PNMFN

mai 24, 2014
staff
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Planeta EXPN - 2011

woohoo - programa na cola

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